A democracia faz parte dessas conquistas.
A democracia não precisa de saber o que pensamos para nos respeitar, não pergunta o que fazemos antes de nos contabilizar nem se imiscui nas nossas vidas para reconhecer que há diferenças nas formas de viver dos seus cidadãos.
A democracia é a celebração da pluralidade e pressupõe uma promessa de respeito por todos os indivíduos.
Por tudo isto é inadmissível que, em democracia, haja marginalização, repressão e medo. Mas há e, sabendo-o, é importante que a sociedade civil exija respeito político pelas minorias que a lei marginaliza; que aumente a voz daqueles que, por medo de muitos, ainda parecem poucos; que reconheça a todos o direito a uma vida digna e que se mostre ao lado daqueles que, sendo cidadãos de uma democracia, são respeitáveis, contabilizáveis e diferentes.
Por outras palavras: está na hora de não temer conotações e dedos apontados quando o que está em causa são os direitos constitucionais de todos os cidadãos, está no hora de declararmos sem hesitações que a diferença é um direito e não uma ameaça e que somos todos semelhantes, mesmo quando somos diferentes!
Acreditamos que os portugueses se orgulham da democracia
e que querem reafirmar connosco o seu respeito pela pluralidade.
Será verdade?
e que querem reafirmar connosco o seu respeito pela pluralidade.
Será verdade?
Venha à Marcha LGBT no dia 20 de Junho às 16h00 no Príncipe Real

